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Entrevista na revista SIM

Na última edição de janeiro da revista SIM do Espírito Santo foi publicado um bate-bola que eles fizeram comigo na coluna ‘Bom te ver’.

Eram umas perguntinhas rápidas para que eu fosse completando com a primeira coisa que viesse a minha cabeça, tudo bem espontâneo.

Achei bem bacana e compartilho aqui com vocês.

Nome de batismo: Flavio Hugo Venturini.

Formação: 2º grau.

Profissão: cantor e compositor.

Estilo mineiro: na música e no viver.

No início tudo foi… tranquilo tive sorte na minha carreira e sempre vivi de música.

Hoje tudo é tão mais…. confuso, às vezes é preciso provar tudo que você já fez e começar de novo, mas isso não me incomoda tanto não.

O que tem feito. Os projetos são muitos: divulgar meu novo CD “Venturini”, um novo CD instrumental, lançar o novo DVD do “Terço em 3 D”, um projeto de nome “Grande Encontro” que terá Flavio,14 Bis e Sá e Guarabira.

Clube da Esquina: Depois dos Beatles foi a minha maior influência e participar desse movimento me deu forças pra criar meu próprio estilo.

14 Bis: realização de um sonho que veio dos Beatles. Esse ano acontece um encontro importante com o 14 Bis.

O Terço: Minha primeira banda e onde considero que começou minha carreira profissional. Foi pra mim a felicidade de criar e fazer sucesso com liberdade e prazer. Esse ano teremos o lançamento e divulgação de um novo DVD Bluray “OTerço 3D”.

Carreira solo: Onde pude finalmente fazer tudo que sonhei como compositor. Para essa ano, o projeto é divulgar o novo CD “Venturini” e gravar meu 1º CD Instrumental.

Para ouvir: Muita música instrumental e música country/rock americana.

Inspiração/criação: Componho mais nas férias de preferência perto do mar, estúdio também é bastante estimulante para mim.

Antes de um show: Exercícios e práticas vocais e corporais que tenho reaprendido com a mestra Babaya de BH.

Se seu violão falassepediria pra ser mais tocado. No ano passado tive pouco tempo pra ele. Gosto de compor em violão porque me leva mais pro ritmo.

Momento mais brilhante da carreira: A gente tem muitos momentos marcantes, mas me lembro especialmente de alguns encontros com Milton Nascimento e André Mehmari no histórico estúdio “Davout” em Paris em 2009.

Momento mais complicado: Foi quando fiquei doente ao pegar uma infecção hospitalar em 2003, felizmente curada.

Vício: Chocolate.

Jeito mineiro ser: ainda de certa forma tímido.

Rotina de contas a pagar, dinheiro a receber, contratos… Tenho ajuda da minha empresária nas contas e dinheiro da carreira, mas administro muito bem minha casa.

Irritante: O mau gosto imperando na música brasileira depois de tantos anos de boa música e artistas maravilhosos.

Para descomprimir: Sexo.

O melhor da rotina: Organizar,organizar,organizar.

Redes sociais: Facebook, Instagram, Twitter, Instagram e Soundcloud.

O que falta fazer: Um disco instrumental, um livro de memórias e algumas viagens.

O que não vai fazer nunca: Música ruim (na minha concepção).

Onde mora o prazer: Na mente.

Copa do Mundo: Adoro, mas não sei ainda se irei aos estádios ou verei numa TV 4K em casa.

Espírito Santo: Estado que gosto muito e onde tenho grandes amigos, já tive até amores e, pelo que me dizem, estado por onde entrou a família Venturini no Brasil.

Em 2014: Ter saúde pra fazer tudo que almejo.

Vocês também podem ler a entrevista diretamente no site http://simnoticias.com.br/revista/ed68 .

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