Minha participação no Movimento Clube da Esquina

Nem todos sabem a história do Clube da esquina, que começou no início dos ano 60, em Belo Horizonte (MG), quando jovens músicos começaram a se encontrar na cena musical da capital mineira. Eles produziam um som que fundia as inovações trazidas pela Bossa Nova a elementos do jazz, do rock’n’roll – principalmente The Beatles –, de música folclórica dos negros mineiros e alguns recursos de música erudita e música hispânica.

PORÕES DO CLUBE DA ESQUINA

Inicialmente representado por Milton Nascimento, Wagner Tiso, Fernando Brant, Márcio Borges, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta e Paulo Braga, a turma mineira foi agregando uma constelação de instrumentistas e compositores. Ainda que juntos tenham apresentado uma nova perspectiva musical, o Clube da Esquina não foi visto pela mídia e pelos estudiosos como um movimento. Mas, sem sombra de dúvida, se constituiu apropriando-se de um alicerce oferecido por diversos movimentos musicais e culturais pregressos.

Em 1972, “Clube da Esquina”, assinado por Milton Nascimento e Lô Borges, tem participação dos amigos.

O Clube da Esquina 2, conta com a participação de antigos companheiros e novos convidados como eu, Chico Buarque, Nelson Angelo, Joyce, etc.

Assim eu começo a fazer parte desse movimento. E foi nesse momento que me dei conta que a música pra mim é tudo na minha vida, me trouxe os amigos, os amores, os bens materiais, e a felicidade de estar fazendo o que eu gosto.

Agora vejam essa história :D

Fonte: Museu Clube da Esquina

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